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Percurso Mata Nacional do Buçaco
15 Set 2018
No dia 15 de setembro a proposta de pedestrianismo é na zona majestosa do Buçaco. Com uma distância de cerca de 12km, o percurso circular inicia no Luso, percorrendo uma parte do PR1 MLD, um trilho que explora os segredos menos conhecidos das paisagens de Luso e Bussaco. São 12 Km de pura natureza, visitando locais históricos, legados geológicos e bonitos bosques. Mata Nacional do Bussaco - Património Vivo, Natureza Mágica O percurso segue pela mata do Bussaco, uma das matas nacionais mais ricas em património natural, arquitetónico e cultural, e passa pelo seu interior, onde se pode ver o Palace Hotel do Bussaco. A Mata do Bussaco é a joia da coroa de um gigantesco tesouro da Paisagem Portuguesa: a Serra do Bussaco, onde Wellington defrontou e venceu Massena nas inclinadas encostas, em 1810. Classificado como Imóvel de Interesse Público, o conjunto monumental do Bussaco mobiliza uma riqueza patrimonial de exceção. Ao núcleo central formado pelo Palace Hotel do Bussaco e pelo Convento de Santa Cruz, juntam-se as ermidas de habitação, as capelas de devoção e os Passos que compõem a Via Sacra, a Cerca com as Portas, o Museu Militar e o monumento comemorativo da Batalha do Bussaco. No Luso e Bussaco há uma anormal quantidade de nascentes de água e riqueza mineral. A Natureza é generosa nestas paisagens e não haveria espaço para descrever todas as espécies vegetais que por lá existem. A biodiversidade presente no Bussaco exprime a singularidade e o valor patrimonial deste espaço mágico e, por isso mesmo, é extremamente necessário zelar pela sua preservação.
A origem do nome Bussaco ou Buçaco. Remontam aos mais antigos documentos respeitantes à região centro as referências ao “monte bussaco”. No ano de 919, num documento em latim bárbaro, surge o nome Bussaco numa doação do lugar de Gondelim, feita por Gundesindo e outros, ao mosteiro de Lorvão.
Atribui-se a etimologia à designação latina de ‘Boscum sacrum’ ou, por analogia, ao ermo de ‘Sublaco’, perto de Roma, Itália, onde S. Bento, fundador da Ordem dos Beneditinos, passou três anos em severa penitência. Esta última versão é defendida pela poetisa do Buçaco, Bernarda Ferreira de Lacerda que no seu livro ‘Soledades do Buçaco’ diz: En aquelles siglos de oro Y venturosas edades Qual el de Lacio Sublaco Solia el monte llamarse
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Instituição de Utilidade Pública (Diário da República nº 138 2ª Série de 18 Julho 2008)
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