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Pedestrianismo

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O “Trilho do Morto que Matou o Vivo” é um dos percursos pedestres mais emblemáticos da Serra da Arada e está profundamente ligado a uma lenda popular que atravessa gerações. Desenvolve-se entre as aldeias de xisto da Pena, Covas do Monte e Covas do Rio, no concelho de São Pedro do Sul, distinguindo-se pela forte ligação entre natureza, geodiversidade e património cultural.

O nome invulgar do trilho remete para uma história antiga, associada ao transporte dos mortos até ao cemitério de Covas do Rio, feito em tempos por um carreiro íngreme e exigente. Conta a lenda que, numa dessas travessias, um caixão escorregou, precipitando-se pela encosta e atingindo um dos carregadores, tirando-lhe a vida, episódio que acabou por batizar este caminho singular.

Ao longo do percurso, o trilho atravessa bosques densos, encostas expostas ao sol, formações rochosas muito antigas e zonas de água límpida, com especial destaque para o trecho junto ao Ribeiro da Pena, um dos mais duros e, simultaneamente, mais belos do trajeto. Cascatas, linhas de água e a força da paisagem moldam um cenário de grande impacto visual e natural.

Para além da riqueza ambiental, o trilho permite o contacto direto com a autenticidade das aldeias de xisto, onde as casas tradicionais, os caminhos empedrados e o ritmo de vida tranquilo revelam uma forma de viver intimamente ligada à serra. É um percurso que conjuga exigência física, beleza natural e memória coletiva, proporcionando uma experiência marcante para quem o percorre.

>> Ponto de encontro: Sede dos Amigos da Montanha - Barcelinhos 

>> Partida: 07h45 

>> Chegada: 18h00

*Almoço volante da responsabilidade do participante.